sexta-feira, 28 de março de 2008

Live forever


Eu não vou fazer uma novela sobre o problema pessoal de Casagrande. Como jogador, sempre foi um grosso. Mas tinha um carisma indiscutível. Casão era rock'n'roll. Diferentemente da maioria dos boleiros, passava ao largo do pagode, mas infelizmente foi se apegar a outras drogas. Não há o que comentar. Ridículo querer dar lições moralóides usando como exemplo o inferno pessoal alheio. Cocaína é "too much 80's". Heroína? Depois dos anos 1990, ainda tem gente que usa isso?


Uma pena que não tenha seguido o exemplo de Paul Gascoigne, viciado em Red Bull. Se o vício de Casa fosse igual ao atual problema de Gazza, estaríamos todos menos preocupados.


Que Casão consiga se recuperar. Como revelou Sérgio Xavier, um cara que pega Galvão Bueno pelo colarinho e dá um baita de um esporro faz falta e merece todo o nosso respeito.
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